19 horas 4 minutos ago
A Método adquiriu por R$ 60,1 milhões os serviços telefônicos da Oi em abril de 2026, e o contrato de compra e venda foi assinado em 10 de julho de 2026.
Convergência Digital
21 horas 23 minutos ago
Curso é gratuito e não é obrigatório ser cliente do banco.
Ana Paula Lobo
23 horas 2 minutos ago
Iniciativa é parte dos investimentos de R$ 14,7 bilhões anunciados em 2024 e, de olho em mercados regulados, terá foco em IA e proteção de dados.
Fabio Barros
23 horas 8 minutos ago
O levantamento aponta, porém, que a maturidade no uso da tecnologia expõe um gargalo estrutural: apenas 15% das companhias atuam no nível avançado.
Ana Paula Lobo
23 horas 23 minutos ago
Segundo participantes da audiência pública da Nuvem Brasileira, soberania precisa ser comprovada e não apena declarada pelos fornecedores.
Ana Paula Lobo
23 horas 35 minutos ago
O governo federal está revendo, na prática, o significado de soberania digital aplicado à infraestrutura tecnológica do Estado. Na construção da Nuvem Brasileira, a meta deixou de ser a busca de uma cadeia integralmente nacional, da máquina ao software, e passou a se concentrar na capacidade de conhecer, controlar e substituir dependências externas. O Brasil continuará usando hardware, software e serviços estrangeiros, mas pretende impedir que uma dependência tecnológica isolada seja capaz de comprometer o funcionamento dos sistemas públicos.
Essa mudança ficou evidente na primeira escuta de mercado da Nuvem Brasileira, conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Serpro, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As apresentações de Felipe Guth, assessor especial do MGI; Alexandre Improta, gerente do Departamento de Entregas do Centro de Dados do Serpro; Gildomiro Bairros, engenheiro de software do Serpro; e André Rauen, da ABDI, revelaram diferentes dimensões dessa nova estratégia.
O ponto de convergência entre eles é que soberania deixou de ser tratada como autossuficiência e passou a ser tratada como controle sobre dependências. Improta sintetizou a mudança ao final do encontro. Para ele, a soberania precisa ser analisada a partir do controle que o Estado possui sobre cada elo da cadeia e da possibilidade de mitigar os riscos das dependências. “Não é uma produção 100% nacional”, afirmou. O objetivo, segundo o executivo do Serpro, é aumentar principalmente o controle sobre a camada de software.
A mudança não significa abandonar a atual Nuvem de Governo. Improta apresentou a Nuvem Brasileira como uma nova etapa de uma trajetória iniciada pelo Serpro com a contratação de nuvens públicas, a partir de 2019 e 2020, seguida pela internalização de stacks de grandes fornecedores nos data centers da estatal. Hoje, segundo ele, o Serpro opera em seus ambientes stacks de AWS, Huawei, Google e Oracle. A estratégia multistack permitiu colocar dados e operação sob maior controle nacional sem abrir mão da inovação produzida pelos grandes provedores internacionais.
Mas há uma limitação. A atual Nuvem de Governo permitiu ao Estado avançar na residência dos dados e na soberania operacional, mas não entregou domínio sobre a evolução da tecnologia. O Serpro reconheceu que, nesse modelo, consegue operar as plataformas, mas não controla seu desenvolvimento tecnológico. A Nuvem Brasileira pretende dar justamente esse próximo passo, estimulando tecnologia desenvolvida e mantida dentro do país.
O Caderno de Apoio da Escuta de Mercado confirma essa separação. A Nuvem Brasileira deverá permitir que as tecnologias, especialmente as de software, sejam desenvolvidas, mantidas e evoluídas por instituições e equipes nacionais, reduzindo a dependência de tecnologias, autorizações ou cooperação de fornecedores estrangeiros.
O documento também deixa claro que não basta ter acesso ao código-fonte. Será necessário haver no país domínio técnico efetivo sobre os sistemas críticos da nuvem. Ao mesmo tempo, a arquitetura deverá trabalhar com padrões abertos e equipamentos de diferentes fabricantes, justamente para reduzir a dependência de um fornecedor estrangeiro e aumentar a resiliência diante de interrupções comerciais ou geopolíticas.
Improta reforçou que a estratégia não é de isolamento. A evolução pretendida pelo Serpro é sair de um modelo inicialmente baseado em nuvem pública, avançar do atual estágio de soberania de dados e operação e chegar agora à camada tecnológica. “Não é se isolando, e sim integrando”, resumiu.
Felipe Guth, assessor especial do MGI, deu a dimensão política dessa mudança. Segundo ele, soberania não deve ser confundida com isolamento ou autossuficiência. A administração federal continuará contratando equipamentos, tecnologias e serviços estrangeiros sempre que forem adequados às suas necessidades.
Nuvem brasileira não substitui as nuvens comerciais
A Nuvem Brasileira, portanto, não substituirá as nuvens comerciais. Será uma alternativa adicional ao conjunto de serviços oferecidos pelo Serpro, Dataprev e pelos provedores públicos de nuvem. Guth deixou claro que o governo federal continuará sendo um grande consumidor de nuvem pública. O que se pretende acrescentar é capacidade estatal de compreender e intervir nos serviços utilizados.
Em outra intervenção, Guth explicou que a consulta ao mercado foi aberta justamente porque o governo ainda precisa conhecer a capacidade tecnológica existente no Brasil. O Gradiente de Soberania desenvolvido pelo Serpro será confrontado com aquilo que as empresas efetivamente conseguem entregar. Na avaliação do MGI, não faria sentido estabelecer imediatamente a exigência máxima em todos os critérios se nenhuma plataforma disponível pudesse alcançá-la.
É uma admissão importante. O governo está construindo sua régua de soberania ao mesmo tempo em que procura descobrir até onde a indústria nacional consegue chegar. Essa questão apareceu quando Andrea Fatala, da Magalu Cloud, perguntou por que o governo ainda não havia estabelecido um patamar mínimo de soberania tecnológica. Os responsáveis pelo projeto reconheceram que a barra ainda está sendo construída. O próprio Gradiente de Soberania, atualmente na versão 3, deverá ganhar uma revisão concentrada justamente no pilar tecnológico. O governo admitiu que uma exigência alta demais poderia deixar todos os fornecedores de fora, enquanto uma barra baixa desperdiçaria a oportunidade de avançar.
Ana Paula Lobo
1 dia ago
A afirmação foi do diretor Geral da AWS no país, Cleber Morais. O executivo tratou a aprovação do Redata como uma 'boa notícia', mas alerta: não é o benefício que fará o Brasil ser mais competitivo.
Ana Paula Lobo
1 dia 2 horas ago
Decisão teria sido tomada por 'razões de foro íntimo'.
Ana Paula Lobo
1 dia 4 horas ago
Iniciativa prevê incentivos e créditos fiscais para empresas que desenvolvam sistemas de IA localmente. Serão usados 10% dos recursos do FNDCT.
Ana Paula Lobo
1 dia 4 horas ago
Decisão precisa ser tomada ainda em setembro.
Ana Paula Lobo
1 dia 4 horas ago
Estudos do Senado Federal destacam que a renúncia fiscal de R$ 12 bilhões em 2024, resultou em investimentos de R$ 51,6 bilhões.
Ana Paula Lobo
1 dia 19 horas ago
Por Roberto Bertó - Da lei à prática: o caminho entre aprovação e produção, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Infraestrutura de TI e Serviço Cloud
Ana Paula Lobo
1 dia 19 horas ago
Os clientes do Banco do Brasil (BB) contam com um novo recurso de segurança para evitar falsas ligações telefônicas. O banco passou a utilizar a tecnologia de origem verificada para identificar chamadas telefônicas feitas pela instituição. O recurso, com validação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e das operadoras, permite que clientes reconheçam, na tela …
Ana Paula Lobo
1 dia 20 horas ago
A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o recurso de um engenheiro de uma empresa da administração indireta de São Paulo, acusado de assediar subordinadas e de utilizar o computador e o e-mail corporativos para compartilhar mensagens e vídeos de conteúdo pornográfico.
Convergência Digital
1 dia 20 horas ago
Com reunião agendada para o dia 4 de setembro, o Conselho Nacional de Política Fazendária precisa ter unanimidade para aprovar qualquer redução de alíquota. Na última reunião, em julho, não houve acordo. Entidades também querem a regulamentação dos benefícios o quanto antes.
Ana Paula Lobo
1 dia 21 horas ago
Primeiro sandbox regulatório está em fase final de testes e os resultados devem ser divulgados no final de outubro.
Ana Paula Lobo
1 dia 21 horas ago
Projeto prevê levar internet de alta velocidade a 1892 Unidades Básicas de Saúde (UBS), em mais de 800 municipios em 26 estados. Início da implantação será ainda em 2026.
Ana Paula Lobo
2 dias 1 hora ago
Hackathon reunirá profissionais de tecnologia e produto para criar agentes conversacionais capazes de apoiar decisões financeiras do dia a dia, reforçando a estratégia AI First do Itaú.
Ana Paula Lobo
2 dias 2 horas ago
A informação foi do subsecretário de Gestão Corporativa da Receita Federal, Juliano Neves. Segundo ele, a reforma será gradual e deve começar com a transferência eletrônica financeira.
Ana Paula Lobo
2 dias 2 horas ago
Estudo da PWC prevê que os gastos anuais de capital (capex) em data centers subirão de cerca de US$ 800 bilhões este ano para US$ 1,1 trilhão em 2030 e US$ 1,8 trilhão até 2050. A consultoria acrescentou ainda que os gastos podem até se aproximar de US$ 50 trilhões, dependendo do ritmo de adoção da IA.
Convergência Digital